Economic Daily: o ouro se tornou um ativo de risco
Golden Ten Data, 20 de maio — De acordo com o artigo, à medida que o preço internacional do ouro oscila intensamente em níveis históricos elevados, o ouro deixou de ser um ativo tradicionalmente considerado de proteção, tornando-se um dos ativos de risco com maior volatilidade global. Ao mesmo tempo, as expectativas das instituições internacionais em relação à trajetória do preço do ouro também se tornaram bastante divergentes. Por que o ouro não é mais uma proteção? Existem três razões principais. Primeiro, há uma extrema concentração de operações. Segundo, a rota de transmissão de choques de liquidez mudou. Quando os ativos caem de maneira abrangente, os investidores enfrentam pressão para aportar margem adicional; devido à sua excelente liquidez, o ouro acaba sendo priorizado na venda para obtenção de dinheiro, e grandes operações de stop-loss e vendas automatizadas desencadeiam um ciclo de “queda — venda — nova queda”, criando um efeito negativo de retroalimentação. Terceiro, a lógica de precificação passou por uma transformação fundamental. A correlação entre ouro e taxas de juros voltou a níveis elevados. Resumindo, o ouro não é mais um instrumento de proteção, mas o próprio risco. Os fatores de suporte ao preço do ouro estão gradualmente se enfraquecendo, enquanto as forças de pressão começam a se acumular discretamente. Como o preço internacional do ouro subiu excessivamente anteriormente, há possibilidade de uma queda igualmente exagerada no futuro. No médio e longo prazo, o preço do ouro deverá eventualmente ficar abaixo de 4.000 dólares por onça, sendo essa a faixa razoável para estabilidade. E a variação do preço internacional do ouro inevitavelmente afeta o preço doméstico, por isso, é fundamental reforçar a consciência de risco.
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Os estoques de petróleo bruto dos EUA caem pelo terceiro semana consecutiva, enquanto os estoques de gasolina e destilados aumentam; importações de petróleo bruto da Venezuela atingem o maior nível em quase 10 anos.
De acordo com a EIA, na semana encerrada em 11 de setembro, os estoques comerciais de petróleo bruto dos Estados Unidos diminuíram em 640 mil barris, abaixo da expectativa do mercado de uma queda de 1.4 milhões de barris. Os estoques da Reserva Estratégica de Petróleo caíram em 403 mil barris. Os estoques de gasolina aumentaram em 794 mil barris, enquanto o mercado esperava uma redução de 800 mil barris. Os estoques de destilados aumentaram em 1.6 milhões de barris, com o mercado esperando estabilidade. As importações de petróleo bruto da Venezuela chegaram a cerca de 800 mil barris, o nível mais alto desde 2017.

